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10 de Janeiro de 2017 às 08:55 Conheça as mudanças no Calendário Nacional de Vacinação 2017

A partir deste ano, o Ministério da Saúde passa a disponibilizar a vacina HPV quadrivalente para população masculina de 12 a 13 anos de idade. A faixa etária será ampliada, gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos com 9 anos até 13 anos de idade. Os homens de 14 a 26 anos de idade vivendo com HIV/AIDS também passarão a ser contemplados nas ações de vacinação contra o HPV, sendo necessária a apresentação da prescrição médica no ato da vacinação.

A vacina HPV também estará disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) para indivíduos imunodeprimidos (indivíduos submetidos a transplantes de órgãos sólidos, transplantes de medula óssea ou pacientes oncológicos) para ambos os sexos nas faixas etárias entre 9 a 26 anos, para essa solicitação é necessário comparecer a sala de vacina da UBS do seu bairro e apresentar cópia e original da prescrição médica, de comprovante de endereço, carteira de vacinação, RG ou certidão de nascimento e RG do responsável (menores de 18).

O objetivo da vacinação da população masculina é prevenir os cânceres de pênis, as lesões ano-genitais pré-cancerosas e as verrugas genitais. Além disso, por serem os responsáveis pela transmissão do vírus para suas parceiras, ao receberem a vacina, os homens colaboram com a redução da incidência do câncer de colo de útero e vulva nas mulheres, prevenindo também casos de cânceres de boca, orofaringe, bem como verrugas genitais em ambos os sexos.

O esquema vacinal será de duas doses, com intervalos de seis meses entre elas, exceto para os que convivem com HIV e os indivíduos imunodeprimidos (solicitação via CRIE), que deverão receber três doses, a segunda dois meses após a primeira, e a terceira seis meses após a primeira.

Vacina contra Meningite C
O Ministério da Saúde também passa a disponibilizar a vacina meningocócica C conjugada para adolescentes de 12 a 13 anos de idade, antes a vacina era restrita a menores de 5 anos. A faixa etária também será ampliada gradativamente, até 2020, quando serão incluídos crianças e adolescentes de 9 até 13 anos de idade.

A vacinação de adolescentes proporcionará proteção direta impedindo o deslocamento do risco de doença para esses grupos etários, alcançando, ainda o desejado efeito protetor da imunidade de rebanho, que estende a proteção a coortes de indivíduos não vacinados.


Vacina tríplice viral e varicela
O Ministério da Saúde passa a disponibilizar duas doses de vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) para pessoas de 12 meses de até 29 anos de idade e uma dose da vacina varicela (atenuada) para crianças até quatro anos de idade.

A adoção do esquema de duas doses para esse grupo contribuirá na redução de casos da doença, devido à situação epidemiológica da caxumba nos últimos anos, cujos surtos têm acometido, principalmente, adolescentes e adultos jovens nesta faixa etária.

Vacina de hepatite A
Antes era aplicada em crianças de até dois anos de idade, passa a ser aplicada em crianças de até quatro anos de idade.

Vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) tipo adulto – dTpa
A vacina dTpa que era aplicada a partir da 27ª semana de gestação, passa a ser aplicada em gestantes a partir da 20ª semana de gestação. Essa ampliação pode gerar maior proteção para a criança, com efetividade estimada em 91%, bem como dar maior oportunidade para a gestante ter acesso à vacinação. As mulheres que perderam a oportunidade de serem vacinadas durante a gestação, devem receber uma dose de dTpa no puerpério, o mais precoce possível.

Esta medida visa garantir que os bebês já nasçam com proteção contra a coqueluche, por conta dos anticorpos que são transferidos da mãe para o feto, evitando que eles contraiam a doença até que completem o esquema de vacinação com a vacina pentavalente, o que só ocorre aos seis meses de idade.

É importante destacar que a vacinação no período do puerpério impede apenas que a mãe adoeça e possa ser uma fonte de infecção para o seu filho, não impedindo, portanto, que a criança, ao ter contato com outra fonte de infecção, tenha o risco de adoecer. Sendo assim, o ideal é a mulher receber a vacina no período de gestação.

Unidade Básica de Saúde "Benedito Antonio Mariano" UBS Lambari - Avenida Francisca Lerário, 955 – Lambari (11) 4693-3448

Unidade Básica de Saúde "Guiomar Franco da Cunha" UBS Jardim Dulce - R. Pedro Alvares Cabral, 36 - Santa Cruz (11) 4693-4693

Centro de Especialidades de Saúde e Apoio a População – CESAP - Rua São Vicente de Paula, 110 – Centro (11) 4693-3558



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