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24 de Outubro de 2017 às 14:43 Guararema tem campanha sobre sinais e sintomas de Hanseníase

Segue até o dia 31 de outubro a Campanha Anual de Divulgação de Sinais e Sintomas de Hanseníase. As Unidades de Saúde do município aderiram a campanha e auxiliam na propagação de materiais educativos.

O objetivo da campanha, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com a Secretaria de Saúde, é informar a população sobre a hanseníase, visando intensificar a identificação de novos casos da doença.

Nas unidades é possível encontrar folhetos e cartazes com informações sobre a doença. Além disso, os profissionais da área orientam sobre os sinais e sintomas da hanseníase durante as rotinas diárias de atendimento.

Quanto mais precoce um caso é identificado, maior a chance de não haver um dano neural, e, portanto, não haver incapacidade, além de ser menor o risco de haver transmissão.

A Hanseníase é uma doença infecciosa, crônica, de grande importância para a saúde pública devido à sua magnitude e seu alto poder incapacitante, atingindo principalmente a faixa etária economicamente ativa. Acomete principalmente a pele e os nervos periféricos, mas também se manifesta como uma doença sistêmica comprometendo articulações, olhos, testículos, gânglios e outros órgãos.

Modo de transmissão:

O homem é considerado a única fonte de infecção da hanseníase. A transmissão se dá por meio de uma pessoa doente (forma infectante da doença - MB), sem tratamento, que elimina o bacilo para o meio exterior infectando outras pessoas suscetíveis.
A principal via de eliminação do bacilo pelo doente e a mais provável via de entrada deste no organismo são as vias aéreas superiores (mucosa nasal e orofaringe), através de contato íntimo e prolongado, muito frequente na convivência domiciliar. Por isso, o domicílio é apontado como importante espaço de transmissão da doença. A hanseníase não é de transmissão hereditária (congênita) e também não há evidências de transmissão nas relações sexuais.

Os principais sinais e sintomas da doença são:

  •  Manchas esbranquiçadas (hipocrômicas), acastanhadas ou avermelhadas, com alterações de sensibilidade (a pessoa sente formigamentos, choques e câimbras que  evoluem para dormência – se queima ou machuca sem perceber);
  •  Pápulas, infiltrações, tubérculos e nódulos, normalmente sem sintomas;
  •  Diminuição ou queda de pelos, localizada ou difusa, especialmente sobrancelhas;
  •  Falta ou ausência de sudorese no local - pele seca. As lesões da hanseníase geralmente iniciam com hiperestesia - sensação de queimação, formigamento e/ou coceira - no local, que evoluem para ausência de sensibilidade e, a partir daí, não coçam e o paciente refere dormência - diminuição ou perda de sensibilidade ao calor, a dor e/ou ao tato - em qualquer parte do corpo.


Outros sintomas e sinais que têm sido também observados:

  • - Dor e/ou espessamento de nervos periféricos;
  • - Diminuição e/ou perda de sensibilidade nas áreas dos nervos afetados, principalmente nos olhos, mãos e pés;
  • - Diminuição e/ou perda de força nos músculos inervados por estes nervos, principalmente nos membros superiores e inferiores e por vezes, pálpebras;
  • - Edema de mãos e pés;
  • - Febre e artralgia;
  • - Entupimento, feridas e ressecamento do nariz;
  • - Nódulos eritematosos dolorosos;
  • - Mal estar geral;
  • - Ressecamento dos olhos.


Diagnóstico:

O diagnóstico de caso de hanseníase na Atenção Básica de Saúde é essencialmente clínico por meio do exame dermatoneurológico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos periféricos (sensitivo, motor e/ou autonômico). Os casos com suspeita de comprometimento neural sem lesão cutânea (suspeita de hanseníase neural pura) e aqueles que apresentam área(s) com alteração sensitiva e/ou autonômica sem lesão cutânea evidente deverão ser encaminhados para unidades de saúde de maior complexidade para confirmação diagnóstica.

Tratamento:

O tratamento é eminentemente: ambulatorial e está disponível em todas as unidades públicas de saúde. A medicação mata o bacilo e evita a evolução da doença, levando à cura. O bacilo morto é incapaz de infectar outras pessoas, rompendo a cadeia epidemiológica da doença. Assim sendo, logo no início do tratamento a transmissão da doença é interrompida e, se realizado de forma completa e correta, garante a cura da doença.

Em caso de presença dos sinais e sintomas da doença, procure a Unidade de Saúde mais próxima e receba os devidos esclarecimentos e atendimentos necessários.

 



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